Conversando no ônibus com você vi que se tivesse sentada no banco de trás ouvindo aquele papo, ia desejar profundamente estar dentro dele. Entendi um prazer novo. Olha, como eu tive que descer, e o motorista cagou pra minha gargalhada, arrancou e saiu depressa, te digo: acho que é mais fácil dar um jeito de pegar a senha de e-mail, economiza esses processos. Ah! E quando você disser que tem um bafão pra me contar não venha com a lembrança repentina mais forte da sua vida, pô bicho, não sei se tô preparada pra falar uma coisa legal, achei que era uma futilidade mais.
Beijo, não falta amanhã!
Beijo, não falta amanhã!
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